MARG11: novo ETF de renda fixa reúne debêntures de baixo risco

Asset do BTG diz que essa foi a segunda maior oferta primária da história de ETFs no Brasil

A BTG Pactual Asset Management lançou nesta segunda-feira (24) o MARG11. Esse é um ETF de renda fixa que replica o Debênture Ultra Qualidade DI, índice desenvolvido pela B3 em parceria com o BTG.

Conforme a gestora, o ETF é uma alternativa para investidores que desejam acessar um portfólio composto majoritariamente por debêntures com classificação de risco igual ou superior a AAA. Sendo a nota conferida pelas principais agências de rating.

“Por se tratar de uma solução eficiente para diversos públicos – de gestoras profissionais a investidores finais que pretendem ter alocação em um portfólio de crédito com liquidez – o volume da emissão atingiu o valor de R$ 250 milhões, fazendo com que essa seja a segunda maior oferta primária da história de ETFs no Brasil”, destaca Rubens Henriques, head da BTG Pactual Asset Management.

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Por dentro do MARG11

A asset do BTG explica que o Debênture Ultra Qualidade DI busca representar o desempenho médio dos preços das debêntures, com remuneração composta por DI + spread.

“É um índice de retorno total, com carteira teórica de prazo médio superior a 720 dias corridos, rebalanceada mensalmente, refletindo eventuais mudanças ocorridas nas quantidades de mercado dos títulos”, acrescenta a gestora.

A carteira, nesse sentido, garante a tributação com alíquota de 15% de Imposto de Renda e sem antecipação da cobrança do imposto (come-cotas).

Além disso, o índice é composto por debêntures precificadas pela B3 que eventualmente possam fazer parte dos ativos aceitos como depósito em garantia pela Câmara B3.

Isso excluindo debêntures perpétuas, conversíveis, permutáveis e de emissores que façam parte do mesmo grupo econômico da B3 ou que estejam em recuperação judicial ou extrajudicial na data de rebalanceamento.

“A liquidez do ETF é de um dia útil após a solicitação do resgate, oferecendo fácil exposição ao crescente mercado de dívida corporativa, incluindo tanto debêntures tradicionais quanto incentivadas”, completa a asset.

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