Exposição ao ouro, promessa de dividendos e mais motivos para investir na Aura Minerals (AURA33) agora

Recomendação de bancos vem mesmo com uma alta acumulada de 160% nos últimos 12 meses

O BTG Pactual elevou o preço-alvo dos recibos de ação (BDRs) de Aura Minerals (AURA33) negociados na B3 de R$ 32 para R$ 38, potencial de alta acima de 20% sobre o valor atual, reiterando recomendação de compra.

Os analistas Leonardo Corrêa e Marcelo Arazi escrevem que as ações da mineradora canadense ainda têm bastante espaço para crescer mesmo com uma alta acumulada de 160% nos últimos 12 meses, impulsionada pelas melhorias operacionais que vêm realizando.

AURA33: potencial para distribuição de dividendos

Eles notam que a companhia vem melhorando operações de mineração de ouro no Brasil, com projetos de grande potencial, além de ter estabilizado a produção nos projetos já em andamento. Há grande potencial de pagamento de dividendos na empresa.

O banco afirma que a exposição da Aura ao ouro, uma commodity que está em plena ascensão de preços com a volatilidade macroeconômica mundial, a torna bastante atrativa para investidores buscando defesa em seu portfólio de ações.

Perspectivas positivos para o ouro

O Itaú BBA também elevou a sua recomendação de preço-alvo para as BDRs da Aura Minerals (AURA33), de R$ 32 para R$ 40, incorporando as projeções recentes divulgadas pela companhia e uma perspectiva mais positiva para o preço do ouro nos próximos anos. A indicação foi mantida em compra.

Os avanços na frente exploratória, a execução de novos projetos de crescimento e o aumento na visibilidade do seu desempenho devem impulsionar as ações da Aura, avalia o banco.

Sobre o ouro, o Itaú BBA acredita que o preço deve permanecer resiliente, com forte demanda dos bancos centrais. Para 2025, o banco estima um preço médio de US$ 2.800 por onça e para 2026, a previsão é de US$ 2.650 por onça.

Esse preço mais alto para o ouro deve beneficiar o Ebitda da Aura, o que levou o banco a aumentar a sua estimativa para US$ 360 milhões, compensando uma abordagem mais conservadora sobre os custos.

Com informações do Valor Econômico

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